quarta-feira, 6 de abril de 2011

Obesidade Infantil

A obesidade infantil vem afetando cada vez mais as crianças, devido a maus hábitos alimentares, falta de atividades físicas, doenças, antecedentes familiares, hormonal, entre outros.

Ainda é pouca a sensibilização a sério para este problema, que a organização Mundial da Saúde entende como epidemia. Parecem passar despercebidas as reais consequências a longo prazo.

A obesidade infantil pode levar a consequências sérias como: aumento de colesterol, risco de contrair diabetes e doenças cardiovasculares, problemas respiratórios e ortopédicos, provocados pela sobrecarga de peso, com lesão do sistema osteoarticular, principalmente nos períodos de estirão do crescimento.

Segundo um estudo feito pela OMS, muitos bebês estão sendo puperalimentados nos seus primeiros messes de vida, o que pode explicar, em parte, o porquê a obesidade infantil vem aumentando tanto nos últimos anos.

O Leite materno contém uma proteína capaz de diminuir o risco de obesidade. Foi detectada a presença de altos níveis de adiponectina, que regula como o corpo processa açucares e substâncias gordurosas do leite.

“ Muitas mães de crianças obesas demonstram dificuldade em perceber o que o filho quer quando chora, que pode ser por fome, mas também pode ser por frio e necessidade de carinho. Acabam fazendo da comida o único vínculo entre eles”, explica a psicóloga Patrícia Spda. Assim o ato de comer passa a ser fonte não só de energia, mas também de afeto.

Muitos pais não querem enxergar a obesidade dos filho, 80% das crianças obesas têm mais chance de ler uma doença cardíaca. Para saber mais se seu filho está acima do peso, o médico irá calcular o IMC (peso dividido pela altura ao quadrado) e aplicá-lo a uma curva de crescimento.

Acreditem ou não, a obesidade está ligada até ao câncer.

Quanto mais a criança for estimulada a experimentar alimentos saudáveis, menos tolerante ela será ao excesso de sal e do açúcar.

Para que este problema da obsidade seja visitado, a criança deve exercer atividades físicas. É importante que ela escolha aquilo de que goste, para que não abandone depois. Fazer refeições certas: café da manhã, lanche, almoço, lanche vespertino, jantar e ceia, nos horários adequados é um cardápio saudável.

Nunca é tarde para ensinar bons hábitos para nosso filhos. Lembre-se: a família toda deve ser envolvida na reeducação alimentar da criança, senão não funciona. Comer é algo que se aprende. Dar exemplo é fundamental.

Referências Bibliográficas

http://pt.wikipedia.org/wiki/obsidade_infantil


Trabalho Desenvolvido pela Aluna de Nutrição

-Paloma Silva de Souza

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