quarta-feira, 5 de maio de 2010

Dieta rica em pão branco aumenta o risco de infarto

JULLIANE SILVEIRA
Dois grandes estudos divulgados nesta semana reacendem a discussão sobre os riscos, para o sistema cardiovascular, do alto consumo de carboidratos refinados, presentes em pães brancos e biscoitos.
O primeiro estudo investigou a relação entre infarto e dietas pobres em gorduras saturadas (já bem relacionadas a problemas cardíacos), mas ricas em carboidratos. Os pesquisadores, da Dinamarca, acompanharam 53.644 adultos durante 12 anos. A pesquisa concluiu que, para cada 5% de aumento de carboidratos na dieta, houve um risco 33% maior de infarto. Esse resultado foi publicado no "American Journal of Clinical Nutrition".
"Carboidratos com alto índice glicêmico aumentam as chances de problemas cardiovasculares por causarem processos inflamatórios, dislipidemias [alterações no colesterol] e disfunções nas paredes dos vasos", disse à Folha Marianne Jakobsen, especialista em nutrição e líder da pesquisa.
O outro trabalho foi divulgado no "Archives of Internal Medicine" e ligou o risco de doenças nas artérias do coração ao consumo excessivo de carboidratos refinados, mas só no caso das mulheres. Para os homens, não foram encontradas alterações decorrentes dessa dieta. O estudo conclui também que, para o risco de doenças cardíacas, importa mais o fato de os carboidratos ingeridos serem de alto índice glicêmico do que a quantidade total de carboidratos consumidos. Os pesquisadores acompanharam mais de 47 mil voluntários, por sete anos, na Itália.
Alimentos com alto índice glicêmico são assim chamados pela capacidade de aumentarem rapidamente os níveis de glicose no sangue. Com isso, o organismo libera altas doses de insulina, fazendo a glicose cair rapidamente e levando à sensação precoce de fome.
Para Daniel Magnoni, nutrólogo e cardiologista do Hospital do Coração, o hábito de consumir excesso de carboidratos com alto índice glicêmico sobrecarrega e deteriora o pâncreas, órgão responsável pela produção de insulina, e pode levar à obesidade. "As causas das doenças coronárias são muitas, e esse pode ser um dos fatores de risco", diz Magnoni.
Para preservar o pâncreas, é melhor se alimentar com nutrientes mais complexos, que demoram para ser absorvidos. "Há 5.000 anos, você não comeria açúcar refinado. Esse tipo de dieta é que leva às doenças da sociedade moderna."
O aumento da obesidade nos EUA é um exemplo do que acontece quando se trocam as gorduras saturadas, que contribuem para o aumento do colesterol "ruim", por carboidratos, diz o cardiologista Raul Dias dos Santos, diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo: "Houve redução significativa de colesterol na população nos últimos anos, mas aumento brutal da obesidade e outros problemas associados."
Os médicos recomendam que a dieta diária seja composta por 60% de carboidratos, preferencialmente de baixo índice glicêmico, e por 7% de gorduras saturadas.
Por serem digeridos rapidamente, os produtos com alto índice glicêmico levam a uma maior ingestão de calorias e consequente ganho de peso. A gordura acumulada pode liberar maior quantidade de ácidos graxos, que se alojam no fígado. Esse cenário pode piorar os índices do colesterol "ruim" e aumentar as taxas de açúcar no sangue (o organismo desenvolve resistência à insulina).
O tecido adiposo no abdômen também estimula processos inflamatórios nos vasos sanguíneos, favorecendo a formação de placas nas paredes.
Pesquisas anteriores já associaram o maior consumo de carboidratos refinados ao aumento nos índices de triglicerídeos no sangue --outro marcador de risco cardiovascular.
Mulheres com taxas elevadas de triglicerídeos têm duas vezes mais risco de sofrer doença cardíaca do que o homem.
Colaborou Débora Mismetti
Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u722327.shtml em 17/04/2010.

Chá de papaia possui alto poder anticancerígeno

da France Presse
O chá do extrato de e folha de papaia contém propriedades que combatem com grande poder os vários tipos de câncer e não deixa sequelas de nenhuma toxidade, como ocorre com outras terapias, segundo uma pesquisa da UF (Universidade da Flórida) divulgada na terça-feira (10).
O pesquisador Nam Dang da UF e um grupo de cientistas japoneses documentaram os poderosos efeitos anticancerígenos da papaia sobre o câncer de útero, de mama, fígado, pulmão e pâncreas, através de testes em laboratório com uma ampla variedade de tumores.
Os pesquisadores utilizaram um extrato de folhas secas de papaia e os efeitos anticancerígenos eram mais fortes quando as células recebiam maiores doses de chá, disse a UF.
Pela primeira vez, um estudo comprovou que o extrato de folha de papaia estimula a produção de moléculas essenciais do tipo citoquinas Th1. Esta regulação do sistema imunológico, junto ao combate direto do tumor em vários tipos de câncer, sugerem possíveis estratégias terapêuticas utilizadas pelo sistema imunológico para combater o câncer, acrescentou a Universidade.
Além disso, o fato de o extrato de papaia não possuir nenhum efeito tóxico nas células normais evita uma consequência devastadora comum em muitas terapias anticancerígenas, indicou.
Os cientistas utilizaram dez tipos diferentes de células cancerígenas e as expuseram a quatro graus de concentração de extrato de papaia durante 24 horas, medindo seus efeitos após esse tempo.
A concentração reduziu o crescimento dos tumores em todos os cultivos, segundo o
estudo.
A pesquisa também foi publicada na edição de fevereiro do "Jornal de
Etnofarmacologia", informou a UF.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u704970.shtml em 10/03/2010.

Sal e Açúcar: Quando o Abuso Causa Riscos Para o Organismo

Inseridos no hábito alimentar da população mundial, o açúcar refinado e o sal já foram em épocas remotas preciosas porções consumidas nos banquetes das cortes ou nas salas das burguesias. Hoje a medicina condena o abuso na utilização destes dois ingredientes e faz vários alertas para os problemas causados pelo uso excessivo do sal e do açúcar, principalmente refinado.
O açúcar
Os endocrinologistas, cardiologistas e dentistas são os principais combatentes do açúcar refinado. Visível em pedaços e em pó ou invisíveis nos bolos, balas, refrescos e outros, o açúcar refinado é apontado como uma das maiores causas de cárie dentária, da obesidade, da arteriosclerose, do diabetes em pessoas propensas, e até da infertilidade nas mulheres.
O açúcar refinado é de fácil digestão, caindo rapidamente no sangue e liberando um hormônio chamado insulina que transforma o açúcar em gordura e retira-o logo do sangue, provoca a hipoglicemia (falta de açúcar), manifestada por sintomas como a sonolência, cefaléia, a tensão nervosa e a irritabilidade. Os açúcares existentes nos alimentos dispensam o uso do açúcar refinado.
As origens da dependência orgânica do açúcar já foram desmistificadas por pesquisas médicas que mostraram que ela é basicamente psicológica. Existem casos em que ele é necessário, como na hipoglicemia funcional, quando se obriga a uma ingestão de doses de açúcar rapidamente. Entretanto, o tratamento da hipoglicemia, em longo prazo, consiste em restringir o uso de açúcar nos momentos de crise, substituindo-o por frutas.
Os naturistas afirmam que os povos primitivos, cuja dieta enfatizava os alimentos em estado natural, às vezes ligeiramente cozidos, não conheceram o diabete, a obesidade e a cárie dentária. Para eles, o progresso trouxe o refino e, ao beneficiar o açúcar, a remoção de seus nutrientes.
O sal também é dispensável?
O sal (ou cloreto de sódio) encontra-se em qualquer corpo vivo e, junto com outros sais minerais, produz energia e reforça a resistência dos órgãos. Só que de acordo com a Organização Mundial de Saúde, as nossas necessidades ficam em torno de 6 gramas por dia, incluindo aí o sal dos alimentos. Embora a natureza tenha montado em mecanismo perfeito, capaz de eliminar o excedente de sal pelos rins, os erros repetidos entre a ingestão/excreção da substância acabam por alterar altera este equilíbrio.
Os distúrbios trazidos pelo uso abusivo do sal só foram conhecidos no início do século, quando se pesquisaram as causas dos edemas, da insuficiência cardíaca, da cirrose, e das doenças renais. Mais tarde comprovou-se que o sal agravava e até mesmo provocava a hipertensão arterial.
Na gravidez, quando a mulher apresenta um excessivo aumento de peso, de fato se justifica a redução da ingestão do cloreto de sódio. E se ela for hipertensa, então se torna obrigatório em controle mais rigoroso, pois a doença pode evoluir, representando um grande risco para a gestante e para o feto.
Com nosso hábito alimentar já muito arraigado, sem dúvida seria quase impraticável abolir totalmente o sal, mas, ao estabelecer uma dieta, deve-se lembrar das dosagens contidas nos alimentos ao natural. A carne, por exemplo, já contém 65 mg de sal em l00 g, o ovo, 122 mg e o peixe,140 mg em l00 g. Isso sem falar de uma fatia de pão, ll4 mg; quatro fatias de bacon, 548 mg e das outras altas dosagens contidas nas conservas, nos biscoitos, nas sopas, nos alimentos semiprontos, e em algumas preparações açucaradas, onde o sal acentua o sabor.
Quem pratica algum esporte ou expõe o corpo a temperaturas elevadas, é aceitável um reforço moderado na ingestão do sal. Contudo, não é conveniente o exagero após os 40 anos de idade.
Copyright © 2000 eHealth Latin America
Fonte: http://www.boasaude.com/ em 09/05/2000.

quinta-feira, 4 de março de 2010

DEPÓSITO PERIGOSO - Entenda como o excesso de carboidratos se acumula no organismo, induzindo o diabete tipo 2.

Estoque

Quando a gente come mais do que o corpo necessita, especialmente doces ou massas, a sobra vai parar na barriga e armazenada em forma de triglicérides em células chamadas de adipócitos. Lá, quebrados em partículas menores, os ácidos graxos livres, migram para outras áreas do corpo, provocando estragos.

Intrusos


Os ácidos graxos livres atormentam as células dos músculos, impedindo-as de se conectar adequadamente à insulina para que esse hormônio transforme açúcar em energia. Essa condição é a chamada resistência à insulina.

Contra-Ataque

Essas gorduras também atacam o fígado e se defendem liberando mais açúcar na corrente sanguínea.

Sobrecarga

Os caos está armado: o pâncreas não dá conta de fabricar insulina suficiente para queimar o excedente açucarado e, para piorar , o hormônio não consegue agir a contendo nas células.
Resultado: a glândula começa a trabalhar em dupla jornada, até que, exausta, decreta falência.


Referência:
Saúde. São Paulo: Abril n. 316, outubro de 2009.

Nome : Mônica Cafure. 1º CICLO - TARDE

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Fotos da Feira de Projetos e Tecnologia

Segue para vocês as fotos da Feira de Tecnologia





Até a próxima!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Aula Prática

Bom dia pessoal,


Nesta postagem vão algumas fotos de uma aula prática no Laboratório









Abraços



Até a próxima

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

FEETEPS 2007

Bom dia pessoal,


Neste post vão fotos da FEETEPS 2007













Abraços carinhosos e até mais !